O Fundecitrus participou, nesta semana, de encontro com produtores e profissionais do setor citrícola de Aporé (GO) para discutir estratégias regionais de manejo do psilídeo, inseto vetor do greening, a doença que mais causa prejuízos aos pomares do cinturão citrícola paulista e mineiro e que ainda não possui cura.
Segundo o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Éder Cardoso, iniciativas como essa são essenciais para conter a praga e evitar o avanço da doença, sobretudo em áreas com pomares em formação. “As estratégias definidas nesses encontros são um norte importante para que citricultores e profissionais possam atuar de forma conjunta, com pulverizações coordenadas e na frequência adequada para enfrentar o inseto. Também reforçamos a necessidade de eliminar plantas que funcionam como inóculo da bactéria dentro dos pomares”, afirma.
Na semana passada, no dia 25 de novembro, o Fundecitrus também participou do evento “Desafios e Oportunidades na Citricultura”, voltado a produtores rurais, técnicos e profissionais da cadeia produtiva. O encontro, promovido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), teve como objetivo aproximar a academia do setor produtivo e fortalecer a troca de conhecimento. Na ocasião, Cardoso ministrou a palestra “Greening e seus desafios”, destacando pontos críticos do manejo da doença e reforçando a necessidade de estratégias coletivas para reduzir sua incidência nos pomares.
Além disso, em parceria com a Prefeitura de Aporé e a Câmara Municipal, o Fundecitrus segue empenhado em ações externas de conscientização de moradores sobre práticas eficazes de combate ao greening, como a eliminação plantas de citros em pomares não comerciais. “Trata-se uma ação essencial para proteger a citricultura e garantir a sustentabilidade do setor”, finaliza Cardoso.






