O Fundecitrus se reuniu, na semana passada, com citricultores de Cassilândia (MS) para discutir o manejo e os desafios do greening em áreas de expansão da citricultura.
A reunião foi promovida pela Secretaria Municipal do Agronegócio (SEMAGRO) e teve como objetivo orientar os produtores de citros sobre os três pilares do manejo do greening: uso de mudas certificadas produzidas em viveiros protegidos, controle do psilídeo com monitoramento frequente dos pomares e a identificação e eliminação de plantas com sintomas da doença.
Em Cassilândia, onde a citricultura é considerada uma atividade recente e em expansão, o trabalho de orientação e prevenção ganha ainda mais importância. A estratégia é atuar de forma preventiva para manter o greening em níveis baixos desde o início da implantação dos pomares, evitando a disseminação da doença na região.
Para o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Éder Cardoso, a conscientização é especialmente importante em regiões de expansão da citricultura, onde muitos moradores ainda desconhecem os riscos da doença. “A recomendação é que os produtores e moradores da zona rural e urbana que possuem plantas de citros ou murta, conhecida como dama-da-noite, em seus quintais realizem o manejo adequado para evitar a propagação da doença para os pomares comerciais, já que essas plantas podem servir de abrigo para o psilídeo. Com a adoção de práticas corretas, é possível fortalecer a citricultura local e garantir a sustentabilidade da produção”, afirma.






