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Citricultura brasileira reforça papel no combate às mudanças climáticas

Citricultura brasileira reforça papel no combate às mudanças climáticas

A citricultura brasileira, além de sua importância econômica e da liderança mundial na exportação de suco de laranja, também tem papel relevante na sustentabilidade ambiental. Presente principalmente em São Paulo e Minas Gerais, o setor contribui para reduzir gases de efeito estufa por meio do sequestro de carbono e da adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis.

Entre 2022 e 2024, um estudo realizado pela Embrapa Territorial, em parceria com o Fundecitrus e financiado pela empresa britânica Innocent Drinks, analisou áreas do cinturão citrícola para mapear e quantificar os estoques de carbono. A pesquisa avaliou quase meio milhão de hectares de pomares, vegetação nativa preservada e solo, estimando cerca de 36 milhões de toneladas de carbono armazenadas.

Em 2025, com o crescimento das árvores, esse número subiu para 37,9 milhões de toneladas, equivalentes a aproximadamente 139 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) nos pomares de laranja. Esse volume corresponde às emissões anuais de cerca de 30 milhões de carros movidos a gasolina.

O estudo destaca que áreas agrícolas bem manejadas e a preservação da vegetação nativa aumentam o armazenamento de carbono, fortalecendo a sustentabilidade do setor e incentivando políticas e práticas ambientais mais responsáveis.

Confira a matéria completa na edição nº 64 da Revista Citricultor: