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| Também chamado de huanglongbing (HBL), o greening, é uma doença de difícil controle. Provavelmente é originário da China, e hoje afeta seriamente a produção de citros na Ásia e na África. | ![]() |
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O agente causal é uma bactéria com crescimento limitado ao floema (vasos que distribuem a seiva elaborada), chamada provisoriamente Candidatus Liberibacter spp. Antes da constatação no Brasil, existiam duas formas de bactérias causadoras do greening: Candidatus Liberibacter africanus, associado à forma africana da doença, e Candidatus Liberibacter asiaticus associada à forma asiática. Propõe-se que a nova forma de greening seja chamada de forma americana e seja atribuída à bactéria Candidatus Liberibacter americanus. A transmissão das formas africana e asiática ocorre por vetores, que são duas espécies de psilídeos: Trioza erytreae, que ocorre na África; e Diaphorina citri, que é encontrada na Ásia, África e também nas Américas. |
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| Não existe nenhuma variedade de copa ou porta-enxerto resistente à doença. | ||||||||||||||
| Veja abaixo mais informações sobre o greening, como histórico, agente causal, sintomas, transmissão, controle e localização. Em caso de suspeita ou dúvidas, procure o Fundecitrus ou a Casa da Agricultura de seu município. | ||||||||||||||
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Resultados: A Esalq detectou bactérias sem forma definida dentro do floema de plantas doentes, características das bactérias do grupo das causadoras do greening. | |
| Foto: Elliot W. Kitajima | Foto: Francisco A. O. Tanaka | ||
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| O sintoma inicial
é um ramo amarelo que se destaca na planta doente. A folhas de ramos afetados ficam amareladase apresentam manchas. |
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| Frutos | |
| O fruto fica deformado e assimétrico. Cortando-se um fruto afetado no sentido longitudinal, é possível verificar internamente filetes alaranjados que partem da região de inserção com o pedúnculo (haste que segura o fruto). A parte branca da casca, em alguns casos, apresenta um espessura maior que o normal. | |
| Também ocorre redução no tamanho dos frutos e intensa queda. É comum a ocorrência de sementes abordadas. O fruto pode apresentar internamente diferença de maturação nas diferentes partes, ou seja, ter um dos lados maduro (amarelo) e o outro ainda verde. | |
| Na casca podem aparecer pequenas manchas circulares verde-claras que contrastam com o verde normal do fruto. | |
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| Frutos ficam assimétrico
e na inserção com o pedúnculo surgem filetes alaranjados. Na casca, há manchas circulares verde-claras. |
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| Transmissão | |
| Os pesquisadores acreditam que no Estado de São Paulo a doença seja transmitida por um vetor Diaphorina citri, um pequeno inseto que mede de 3 a 4 mm e que é comum nos pomares brasileiro e na planta ornamental conhecida como falsa murta (Murraya paniculata). | ![]() Diaphorina citri |
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| A hipótese é baseada no que ocorre com o greening nos países asiáticos, região em que a doença é transmitida pelo mesmo inseto. A transmissão pode ocorre por borbulhas contaminadas. Mudas contaminadas também dissemina a doença. | ||
| Controle | |
| As pesquisas ainda estão no início, mas já é possível fazer algumas recomendações de controle, embora não se saiba como será o comportamento da nova doença no Brasil. As recomendações são baseadas nas duas formas de greening - asiática e africana - conhecidas em outros países. | |
| As indicações se baseiam em três medidas de controle: | |