O Fundecitrus

Como chegamos até aqui.
2013
Disponibiliza cursos técnicos de capacitação. Criou o sistema online de Alerta Fitossanitário.
2012
Unifica dos departamentos técnico e científico e criação da área de Pesquisa e Desenvolvimento.
2011
Genoma da bactéria Candidatus liberibacter americanos.
2010
Inaugura o laboratório de insetos e olfatometria. Início das pesquisas sobre redução de volume de calda. Formação dos primeiros grupos de manejo regional de greening.
2009
Cria o mestrado profissional em Controle de Pragas e Doenças dos Citros. Inaugura o laboratório de biotecnologia. Deixa de fazer inspeções de cancro cítrico, após mudança da legislação de defesa sobre a doença.
2006
Cria a equipe de conscientização sobre greening. Definição da grade de defensivos – lista PIC. Realiza workshop internacional sobre greening, com a participação das maiores autoridades mundiais sobre o assunto.
2005
Inicia projeto de ciclo de palestras, levando ao produtor as informações e a tecnologia gerada em seus laboratórios e nos de seus parceiros.
2004
Identificação do Greening/HLB e estabelecimento do pacote de medidas para o manejo da doença.
2002
Expansão da área de atuação para a margem esquerda do rio Tietê, fora do parque citrícola.
2001
Disponibilização do feromônio do Bicho Furão. Identificação da Morte Súbita dos Citros - MSC
2000
Participa do sequenciamento do genoma da Xylella fastidiosa. Ampliação da atuação para mais 102 municípios. Mudança do nome para Fundo de Defesa da Citricultura.
1999
Inauguração do Centro de Diagnósticos. Contribuição na edição da portaria nº3, de 2 de setembro, da Secretaria de Agricultura, que implantava a produção de mudas em ambiente protegido. Resolução da Canecc determina a erradicação de todo talhão em caso de contaminação superior a 0,5%. Inauguração do CEC Itápolis. Prêmio Criança – Fundação Abrinq
1997
Faz o cadastramento dos viveiros. Inauguração do Centro de Pesquisa em Citros. Promove censo dos viveiros. Colabora na elaboração, junto com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, de Normas para a Produção de Mudas Certificas dos Citros. Intensifica série de orientações técnicas para viveiristas e citricultores para obtenção de mudas sadias.
1996
Comprova a transmissão de CVC por cigarrinhas. Internacionalização da instituição - intercâmbio de informações e pesquisadores com a Universidade da Flórida. Início das pesquisas para isolar o feromônio sexual para armadilha do Bicho furão. Passa a coordenar e financiar pesquisas para Pinta Preta Iniciam-se estudos para viabilizar a importação dos EUA da um inimigo natural para combater o Minador dos Citros
1995
Desenvolve método simples e barato de diagnóstico de CVC, por meio de microscopia óptica.
1994
É autorizado a atuar na região do Triângulo Mineiro, ao mesmo tempo em que amplia sua área de atuação em São Paulo. Cria o Departamento Científico, passando a ser mais um espaço para a pesquisa de citros. Realiza o primeiro levantamento de CVC.
1990
Credenciado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento, assume todas as responsabilidades de prevenção do cancro cítrico em São Paulo. Envolve-se nas pesquisas de CVC e passa a exercer um papel importante na busca de soluções para a doença.
1988
Para melhor conhecer o parque citrícola de São Paulo e as áreas afetadas pelo cancro cítrico, realiza uma mega-operação batizada de “censo”. Um levantamento detalhado dos pomares em todos os municípios paulista com ocorrência da doença.
1985
Estabelece sede em Araraquara/SP. Lança o primeiro jornal
1984
Participa da Campanha Estadual de Prevenção ao Cancro Cítrico (CEPRECC). Cria uma equipe própria de agrônomos e passa a orientar os produtores na prevenção.
1977
Por iniciativa dos citricultores e indústrias de suco, cria-se o Fundecitrus. Auxilia a Campanha Nacional de Erradicação ao Cancro Cítrico (CANECC) do Ministério da Agricultura.