Pesquisa e Desenvolvimento

CVC

Embora a Clorose Variegada dos Citros (CVC) tenha estado presente em alta incidência nos últimos anos e ainda cause significativa perda de produção nos pomares, a tendência é de queda da doença.

A produção obrigatória, a partir de 2003, de mudas em viveiros cobertos com tela, a eliminação de plantas com sintomas severos, a poda de plantas adultas com sintomas iniciais e o controle mais intensivo do psilídeo com inseticidas têm reduzido a incidência de plantas com sintomas de CVC nas faixas etárias de 0 a 2, 3 a 5, e 6 a 10 anos.

A incidência geral da doença só não foi reduzida significativamente até agora porque as plantas com mais de 10 anos (produzidas, plantadas e manejadas antes da existência dos viveiros protegidos e do uso intensivo de inseticidas e, portanto, com alta incidência de CVC - 61% em 2012) representam cerca de 50% das plantas de laranja do parque citrícola.

Quantidade (%) de talhões contaminados

Veja mais arrastando o gráfico para os lados.
Talhões contaminados
Centro Norte Noroeste Oeste Leste Sul
2009 52.65 52.52 46.71 1.15 28.23 1.57
2010 38.2 53.03 42.81 4.41 34.86 3.04
2011 42.37 59.73 52.55 1.06 45.15 2.05
2012 42.16 58.35 47.19 0 40.78 3.77

Quantidade (%) de talhões contaminados

Número de plantas contaminadas
0 a 2 3 a 5 6 a 10 > 10
1996
12.29 32.22 27.20 11.16
1997
11.74 38.85 39.88 23.49
1998
19.17 31.61 25.97 12.31
1999
35.69 56.08 45.15 22.72
2000
3.37 42.69 44.44 25.83
2001
7.17 43.04 48.50 29.70
2002
2.04 23.08 53.61 33.19
2003
3.96 24.96 59.68 49.68
2004
5.66 19.10 57.65 46.93
2005
3.06 19.62 58.61 47.52
2009
6.11 15.42 36.66 61.26
2010
3.39 9.30 28.56 54.98
2011
3.69 8.02 26.20 65.37
2012
2.69 8.37 18.99 61.33