Equipe Fundecitrus

Renato Beozzo Bassanezi

Renato Beozzo Bassanezi

renato.bassanezi@fundecitrus.com.br

Doutor e Mestre em Agronomia, com área de concentração em Fitopatologia, pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP, Piracicaba. Trabalha como pesquisador no Fundecitrus desde 2000, nas áreas de Epidemiologia e Manejo de Doenças dos Citros como, Leprose, Morte Súbita, Pinta Preta, Cancro Cítrico, CVC e HLB.

Com relação à Leprose: (i) caracterizou os padrões espaciais das plantas sintomáticas, plantas infestadas com o ácaro vetor e plantas infestadas o ácaro vetor infectivo, (ii) caracterizou os padrões temporais do ácaro vetor e da doença, (iii) avaliou estratégias de manejo baseadas em níveis de ação para o controle do ácaro e em podas para a redução do inóculo, (iv) caracterizou a relação entre população de ácaros, sintomas e danos e (v) atualmente tem trabalhado na avaliação dos sistemas de amostragem do ácaro da leprose.

Com relação à Morte Súbita: (i) caracterizou os sintomas da doença e o fato de ser uma doença de combinação copa/porta-enxerto, (ii) auxiliou na comprovação da sua transmissão por enxertia, (iii) caracterizou os padrões espaciais e temporais da doença, (iv) determinou os danos por ela causados na produção e qualidade de frutas de laranja, (v) demonstrou a possibilidade da existência de um vetor aéreo na disseminação da doença (vi) estudou o efeito da subenxertia como medida de controle da doença.

Com relação à Pinta Preta: (i) auxiliou na determinação dos padrões espaciais e temporais da doença e (ii) auxiliou na determinação do papel de diferentes fontes de inóculo na epidemiologia da doença e (iii) atualmente tem caracterizado o efeito de medidas de controle no campo e em packinghouse na redução dos riscos de comercialização de frutas com sintomas da doença.

Com relação ao Cancro Cítrico: (i) auxiliou na análise dos padrões espaciais do cancro cítrico e determinação do raio de ‘ideal’ de erradicação, (ii) determinou o efeito da larva minadora dos citros na mudança do padrão de distribuição espacial da doença.

Com relação à CVC: (i) estudou a importância das medidas de redução do inóculo e controle do inseto vetor na epidemia da doença.

Com relação ao HLB: (i) caracterizou os danos causados na produção e qualidade de frutos de laranja, (ii) estabeleceu a relação entre os danos à produção e a severidade dos sintomas da doença, (iii) caracterizou os padrões espaciais e temporais da doença em diferentes situações de manejo, (iv) caracterizou o ‘efeito de borda’ dos psilídeos vetores e da doença no campo, (v) caracterizou a sazonalidade da expressão dos sintomas e da população do vetor no estado de São Paulo, (vi) caracterizou as mudanças nos estádios fenológicos de plantas com sintomas da doença no campo, (vii) estudou a importância das medidas de redução do inóculo e controle do inseto vetor na epidemia da doença, (viii) determinou a importância do manejo regional do HLB para controle da doença, (ix) atualmente está aprimorando os modelos epidemiológicos para a análise benefício/custo de medidas preventivas e de controle do HLB pelo governo e produtores (x) estudando a influência do ‘manejo nutricional diferenciado’ na epidemia de HLB e danos.

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