Equipe Fundecitrus

Geraldo José Silva Jr.

Geraldo José Silva Jr.

geraldo.silva@fundecitrus.com.br

Doutor em Fitopatologia pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP, Piracicaba e Mestre em Agronomia (Fitopatologia) pela Universidade Federal de Viçosa. Trabalha como pesquisador no Fundecitrus desde 2010 nas áreas de etiologia, epidemiologia e manejo das doenças dos citros causadas por fungos, principalmente com Podridão Floral dos Citros e Pinta Preta.

Com relação à Podridão Floral atua:
(i) Epidemiologia Molecular e Manejo da Podridão Floral em áreas de expansão da citricultura paulista, onde já foi demonstrado as condições climáticas favoráveis para a ocorrência de epidemias explosivas, ineficiência da poda de cálices persistentes e das aplicações antes do florescimento para reduzir danos causados pela doença;
(ii) Avaliação de novas moléculas fungicidas em laboratório, casa-de-vegetação e campo, possibilitando incluir a mistura triazol + estrobirulina no programa de pulverização para o controle da doença, com excelentes resultados;
(iii) Redução de volume de calda com e sem adição de adjuvantes, onde já foi demonstrado que os fungicidas aplicados em baixo volume (~800L/ha) mantém a sua eficiência mesmo sem adição de adjuvantes;
(iv) Desenvolvimento de um sistema de previsão, onde vem sendo elaborado um site a ser utilizado para reduzir custos de controle em anos desfavoráveis para a doença;
(v) Monitoramento de resistência de Colletotrichum acutatum a fungicidas, onde já foram estudados os fungicidas difenoconazol e carbendazim e não foram encontrados isolados resistentes;
(v) Avaliação da eficácia de fungicidas submetidos a diferentes condições de chuvas simuladas, onde foi verificado que após a secagem do produto nas pétalas, as chances do fungicida ser lavado é reduzida.

Em relação à pinta preta atua nos projetos:
(i) Monitoramento de inóculo de Guignardia citricarpa no campo e validação de uma metodologia para detecção deste inóculo;
(ii) Avaliação de novas moléculas para o controle da doença e monitoramento da resistência dos fungos aos fungicidas;
(iii) Efeito de diferentes formulações (em pó e líquidas) e doses de fungicidas cúpricos no controle da doença;
(iv) Redução do volume de calda com e sem correção de doses, onde vem sendo empregado a adoção de dose de produto/m3 de planta;
(v) Definição do período crítico de suscetibilidade dos frutos e importância das infecções tardias na queda dos frutos, onde foi demonstrado que as lesões próximas ao pedúnculo estão associadas com a queda dos frutos;
(vi) Uso de reguladores vegetais na retenção de frutos em plantas com pinta preta;
(vii) Adoção de várias estratégias de manejo em conjunto visando a redução dos danos causados pela doença;
(viii) Elaboração de um protocolo a ser utilizado para seleção de materiais transformados resistentes à Pinta Preta.

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