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| Ocorrência | |
| A mancha de alternária foi constatada em 2001 no Estado do Rio de Janeiro e em 2003 no Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. |
| Variedades em que a doença já foi constatada: | ||
| Tangerinas | De Wildt Ponkan Sunburst Empress África do Sul Cravo Rose Haugh Nartjee Nova |
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| Tangor | Ortanique Murcott Murcott irradiada |
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| Clementinas | Clemenules Caçula 3 |
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| Híbridos | Szuwinkon Sul da África |
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| Sintomas | |
| O fungo causa lesões em folhas novas, frutos e ramos. | |
| As folhas são suscetíveis até tornarem-se maduras (verde escuro). Os sintomas são observados 48 horas após a infecção, formando pequenas manchas escuras, rodeadas por um halo amarelado. Podem se expandir, ocupando grandes áreas da superfície foliar e atingir as nervuras. | |
| Nos ramos, os sintomas são semelhantes aos observados em folhas, com lesões de 1 a 10 mm de diâmetro. | |
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| Folhas com sintomas de Alternária | Sintomas em ramos | Seca de ponteiro | |
| Os frutos são suscetíveis até quatro meses após a florada. As lesões são pequenas manchas necróticas escuras, que podem variar de tamanho, conforme a idade do fruto. Em alguns casos, podem ser observadas lesões com centro corticoso e saliente. | |
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| Sintomas de Alternária no fruto | Sintomas de Alternária no fruto | Detalhe da lesão de Alternária |
| Prevenção | |
| Para um controle adequado desta doença, há necessidade de se adotar estratégias de manejo do pomar e tratamentos com fungicidas. Como medidas de prevenção, o produtor deve: | |
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