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Fundecitrus treina engenheiros agrônomos do Paraná para monitoramento de psilídeo

Engenheiros agrônomos das empresas Cocamar e Citri, ambas com sede no Paraná, estiveram no Fundecitrus terça (26) e quarta-feira (27), para participar de um treinamento sobre o monitoramento de psilídeo, manejo regional e uso do Alerta Fitossanitário, um sistema online que mostra os pontos críticos de incidência do inseto.  

Segundo o engenheiro agrônomo da Cocamar Paulo Maraus, participar da capacitação foi importante para conhecer os detalhes de como é feito o monitoramento de psilídeo pelos produtores paulistas e colocar em prática no Paraná. “Viemos buscar informação e entrar em contato com novas técnicas para conseguir aprimorar o manejo do HLB”, diz.

A engenheira agrônoma Amanda Carolina Zito, também da Cocamar, que atua em Nova Esperança/PR, conta que uma das dificuldades para controlar o HLB no estado é a diferença de tamanho das propriedades. “Há produtores grandes, pequenos e médios com fazendas próximas e nem todos fazem o manejo rigoroso, o que torna o controle regional mais difícil. Por esse motivo, houve a necessidade de conhecer de perto o que está sendo feito em São Paulo e que tem se mostrado satisfatório”, afirma.

De acordo com dados da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), o índice de HLB no estado dobrou de 2015 para 2016, e varia entre 10 e 15% de árvores contaminadas. Desde 2007, ano em que a doença foi identificada, já foram arrancadas 1,75 milhões de plantas por conta da doença no Paraná. “Estamos no momento de aperfeiçoar o controle, usando tecnologias que o tornem mais eficiente”, afirma o agrônomo da Citri Marcos Eduardo Loli.