Prevenir é barato e evita a eliminação de plantas.


A movimentação no pomar durante a colheita exige vigilância redobrada.

 
Faça inspeção.
Se a bactéria que provoca o cancro cítrico já estiver no pomar ela pode espalhar-se pelo material de colheita, pelo trânsito de veículos e máquinas, e pelo próprio colhedor.
Caso encontre plantas doentes, comunique a Secretaria de Agricultura e não faça a colheita antes da eliminação do foco, conforme legislação vigente.

 
Outras medidas devem ser adotadas:
• Faça a desinfestação do material de colheita antes de usar, sendo próprio ou de terceiros.
• Caminhões ou ônibus de trabalhadores devem ser pulverizados antes de entrar no pomar.
• Veículos que venham de outras propriedades devem ser limpos.
• Restos de colheita (folhas, galhos e frutos) devem ser queimados.
• A utilização de bins nos limites da propriedade é importante para evitar a disseminação da bactéria.

Atenção aos sintomas
Durante as inspeções, os produtores devem procurar os sintomas do cancro cítrico, que podem aparecer em ramos, folhas e frutos. 

Folhas - o primeiro sinal é o aparecimento de pequenas manchas amarelas circulares. Com a evolução da doença, as manchas se tornam marrons, circulares, podendo atingir alguns centímetros de diâmetro. Geralmente, o cancro cítrico induz lesões salientes nos dois lados da folhas, o que facilita sua diferenciação das demais doenças. Outro sintoma muito comum é o aparecimento de um anel amarelo ao redor das lesões da cor marrom. 
Frutos - a doença se manifesta pelo aparecimento de pequenas manchas amarelas e circulares, que, aos poucos, crescem e se tornam marrons. As manchas são salientes e semelhantes a verrugas.
Ramos - é possível identificar lesões pardas em forma de crostas.



Clique aqui e acesse o manual do cancro cítrico.


Se tiver dúvidas, entre em contato conosco pelo 0800 112155 e solicite a visita de um agrônomo responsável pela sua região.  

FUNDECITRUS © 2008, Desenvolvido por Techs