Sobre

O Fundo de Defesa da Citricultura – Fundecitrus é uma associação privada mantida por citricultores e indústrias de suco do estado de São Paulo para promover o desenvolvimento sustentável do parque citrícola.

Por meio da realização de pesquisas, tecnologias, capacitação de profissionais e geração de informação está ao lado do citricultor
para apoiá-lo no dia a dia dos pomares e para tornar a citricultura mais eficiente e sustentável.
O Fundecitrus é reconhecido como referência mundial no desenvolvimento de ciência para a citricultura e como um exemplo de competência em produzir e disseminar conhecimentos que garantam a sanidade dos pomares, com economia de recursos financeiros e preservação dos recursos ambientais. A atuação do Fundecitrus tem ajudado a garantir a competitividade da citricultura brasileira e sua manutenção no primeiro lugar mundial na exportação de suco de laranja.

História

O Fundecitrus foi fundado por citricultores e indústrias em 1977, conseguiu ao longo de sua história estabelecer uma relação de cooperação entre a iniciativa privada e pública e tornou-se uma das instituições de pesquisa mais respeitadas do mundo.

  • 1977

    Por iniciativa dos citricultores e indústrias de suco, cria-se o Fundecitrus. Auxilia
    a Campanha Nacional de Erradicação ao Cancro Cítrico (CANECC) do Ministério da
    Agricultura.

  • 1984

    Participa da Campanha Estadual de Prevenção ao Cancro Cítrico (CEPRECC). Cria

    uma equipe própria de agrônomos e passa a orientar os produtores na prevenção.

  • 1985

    Estabelece sede em Araraquara/SP. Lança o primeiro jornal.

  • 1988

    Para melhor conhecer o parque citrícola de São Paulo e as áreas afetadas pelo
    cancro cítrico, realiza uma operação batizada de “censo”, um levantamento detalhado
    dos pomares em todos os municípios paulistas com ocorrência da doença.

  • 1990

    Credenciado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento, assume todas as
    responsabilidades de prevenção do cancro cítrico em São Paulo. Apoia as pesquisas de
    CVC e passa a exercer um papel importante na busca de soluções para a doença.

  • 1994

    É autorizado a atuar na região do Triângulo Mineiro, ao mesmo tempo em que

    amplia sua área de atuação em São Paulo. Cria o Departamento de Pesquisa e

    Desenvolvimento, passando a coordenar uma sede e pesquisa de citros na área de

    fitossanidade. Realiza o primeiro levantamento de CVC.

  • 1995

    Desenvolve método simples e barato de diagnóstico de CVC, por meio de

    microscopia óptica.

  • 1996

    Comprova a transmissão de CVC por cigarrinhas. Internacionalização da

    instituição – intercâmbio de informações e pesquisadores com a Universidade da

    Flórida. Passa a coordenar e financiar pesquisas para Pinta Preta. Iniciam-se estudos

    para viabilizar a importação de Ageniaspis citricola dos EUA, um inimigo natural para

    combater o Minador dos Citros.

  • 1997

    Faz o cadastramento dos viveiros. Inauguração do Centro de Pesquisa em

    Citros. Promove censo dos viveiros. Colabora na elaboração, junto com a Secretaria da

    Agricultura e Abastecimento de São Paulo, de Normas para a Produção de Mudas

    Certificadas dos Citros. Intensifica série de orientações técnicas para viveiristas e

    citricultores para obtenção de mudas sadias.

  • 1999

    Inaugura o Centro de Diagnósticos. Contribuição na edição da portaria nº3,

    de 2 de setembro, da Secretaria de Agricultura, que implantava a produção de mudas

    em ambiente protegido. Resolução da Canecc determina a erradicação de todo talhão

    em caso de contaminação superior a 0,5%. Inauguração do CEC Itápolis. Prêmio

    Criança – Fundação Abrinq.

  • 2000

    Fomenta e participa da pesquisa do sequenciamento do genoma da Xylella fastidiosa, coordenada pela FAPESP. Ampliação da atuação para mais 102 municípios. Mudança do nome para Fundo de Defesa da Citricultura.

  • 2001

    Disponibilização do feromônio do Bicho Furão. Identificação da Morte Súbita
    dos Citros – MSC.

  • 2002

    Expansão da área de atuação para a margem esquerda do rio Tietê, fora do

    parque citrícola.

  • 2004

    Identificação do Greening/HLB e estabelecimento de estratégias de controle e

    medidas para o manejo da doença.

  • 2005

    Inicia projeto de ciclo de palestras, levando ao produtor as informações e a

    tecnologia gerada em seus laboratórios e nos de seus parceiros.

  • 2006

    Cria a equipe de conscientização sobre greening. Definição da grade de

    defensivos – lista PIC. Realiza workshop internacional sobre greening, com a

    participação das maiores autoridades mundiais sobre o assunto.

  • 2009

    Cria o mestrado profissional em Controle de Pragas e Doenças dos Citros –

    MasterCitrus. Inicia os trabalhos na área de Biotecnologia e inaugura laboratório na

    área.

  • 2010

    Inaugura o laboratório de Ecologia Química e Comportamento de Insetos. Início

    das pesquisas sobre redução de volume de calda. Formação dos primeiros grupos de

    manejo regional de greening.

  • 2011

    Sequenciamento do genoma da bactéria Candidatus Liberibacter americanus.

  • 2012

    Unificação dos departamentos técnico e científico e criação da área de Pesquisa e

    Desenvolvimento.

  • 2013

    Disponibiliza cursos técnicos de capacitação. Cria o sistema online de Alerta

    Fitossanitário.

  • 2014

    Inaugura o Departamento de Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) e inicia o

    trabalho de censo da citricultura e estimativa de safra, uma demanda antiga do setor

    citrícola.

  • 2015

    Divulga os resultados do inventário de árvores do parque citrícola e a estimativa de safra da laranja. Realiza o levantamento de incidência de greening e CVC.

  • 2016

    Divulga segunda estimativa de safra e a atualização do inventário de árvores.

    Alerta Fitossanitário passa a monitorar nove regiões, cobrindo cerca de 60% da área

    produtora de citros do parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais.

Número Fundecitrus

22 anos de pesquisa

10 pesquisadores

110 funcionários

1,3 mil m² de laboratório

65 campos experimentais em 760 hectares

100 mil vespinhas Tamarixia radiata por mês

Análise de 600 amostras por semana

80 projetos de pesquisa

40 entidades parceiras

10 doenças e pragas estudadas

Números Fundecitrus

22 anos de pesquisa

10 pesquisadores especializados

110 profissionais na equipe

1,3 mil m² de laboratório

65 campos experimentais em 760 hectares

100 mil vespinhas Tamarixia radiata por mês

Análise de 600 amostras por semana

80 projetos de pesquisa em andamento

40 entidades parceiras

10 doenças e pragas estudadas

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40 anos – preparado para o futuro

Em 2017, o Fundecitrus completa 40 anos. É reconfortante e, ao mesmo tempo, desafiante. Para o Fundecitrus é a oportunidade de refletir sobre a visão projetada há quatro décadas pelos citricultores e que se consolidou em uma instituição de qualidade internacional para...

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